Acabei de assitir ao S01e02, e acho que a série não se definiu ainda, se é que um dia irá, já que o plot é bem abrangente:
Fringe começa com um episódio-piloto de duas horas e, de certa forma, homenageia Lost logo no comecinho. O início – a cena pré-créditos – se parece muito com os primeiros minutos da série dos ilhados. Temos um avião com sérios problemas, voando numa tempestade – e somos apresentados a alguns personagens dentro dele. Mas o problema aqui, acredite, é muito pior (e bem mais grotesco) que o dos sobreviventes do Oceanic 815.
O vôo 627 de Hamburgo a Boston será o estopim da primeira investigação que veremos dos agentes do FBI Olivia Warren e John Scott. Mas não pense que teremos a velha dinâmica Mulder & Scully aqui. A cena que apresenta os dois se passa num motel – e eles não estão ali para investigar um crime…
Não demora, porém, para que Olivia desponte como a verdadeira personagem principal do programa. Nas costas dela, pessoal e profissionalmente, estará a responsabilidade de desvendar o mistério do vôo. Essa obsessão a levará até o Iraque e de volta aos Estados Unidos, onde ela terá a ajuda de um cientista louco (literalmente) e se envolverá na chamada Fringe Science (ciência alternativa), que estuda, na descrição do próprio roteiro, “as fronteiras da possibilidade e além”. Isso significa que palavras como controle da mente, teletransporte, projeção astral, invisibilidade, mutações genéticas e reanimações estarão na pauta do seriado. Prato cheio para os fãs de Lost…
De fato, só o piloto, que alterna ação, tensão e bom-humor, já tem uma alta dose desses assuntos. Temos um personagem misterioso, armas químicas inusitadas, uma empresa secreta – a Corporação Prometeu (uma nova Dharma?) -, uma possível conspiração, um laboratório excêntrico, telepatia induzida por LSD, uma vaca puro-sangue chamada “Gene”, robótica avançada e até um biquini de florzinhas. E isso é apenas a ponta do iceberg. Nem pretendo começar a enumerar os eventos mais estranhos – esses certamente veremos em detalhes quando o piloto transformar-se em série regular. E, pode apostar, ele vai. Simplesmente não consegui desgrudar os olhos das 113 páginas do roteiro, que foram devoradas. Se Fringe será o novo Lost eu não sei… mas sem dúvida o roteiro tem potencial pra isso.
A australiana Anna Torv viverá Olivia. John Noble será o cientista doido Dr. Walter Bishop e Joshua Jackson o filho dele, Peter. Mark Valley interpretará John Oscott, Blair Brown será a executiva da Prometeus Nina Cord e Jasika Nicole viverá a assistente federal Astrid. A direção do piloto é de Alex Graves, que serve também de produtor-executivo.
Fonte: Omelete
O episódio começa num motel(todo episódio irá começar num motel ou num avião?) e uma cena bizarra no melhor estilo Alien. A mulher acaba morrendo pela gravidez rapida e o bebê dela cresce tao rapido que morre em menos de algumas horas de velhice.
Há uma coinscidência mto forçada entre o caso que eles pegam, que era um caso da agente do FBI arquivado a algum tempo já, e é justamente um antigo experimento do Dr. Bishop.
E que teorias o Dr. Bishop tem hein? Tirando da literatura fantastica de Júlio Verne, uma maquina para ver a ultima imagem antes da morte que segundo o livro(Os Irmãos Kip), e o pior é que até é interessante.
Os personagens são bem legais, a atriz que faz a agente tem potencial(é bonita e atua bem, ou não), e o Pacey de Dawson´s continua sendo ele mesmo, brincadeiras a parte, ele é um dos melhores, junto com o seu pai, Dr. Bishop que é super engraçado com sua loucura aparente(ensinando como fazer uma ressuscitação e comendo pipoca ao telefone).
No final, os roteiristas jogam mais um gancho que poderá ser usado no futuro, se a série continuar, que espero que continue. Já que é do JJ Abrams, criador de Lost, bem que poderia ter algumas citações a série deste qeu fará o próximo Star Trek.