Novo brinquedo – N800

Maio 1, 2009
Adquiri o N800, Nokia Internet Table numa promoção do submarino, e vou tentar focar o blog com dicas e notícias sobre ele.

Conheci o aparelho atraves do site do Mauro Martins, http://mauromartins.wordpress.com/ , que ja estava usando como feramenta de produtividade, ver pdfs, estudar atraves dele, usando o xournal que é um programa que voce consegue escrever anotações sobre pdfs, entre outras coisas, deem uma olhada lá no blog dele. Mas o que mais me atraiu nesse gadget foi o fato dele ter uma porta USB, onde vc pode em teoria conectar qualquer acessório, desde teclados usb até HDs.

Estou escrevendo atraves do N800, num teclado virtual dele que dá pra usar os dedos e é bem confortável. E espero atualizar mais vezes.

N800 Carregando


FRINGE – Coincidências

Setembro 26, 2008

fringe_12

Acabei de assitir ao S01e02, e acho que a série não se definiu ainda, se é que um dia irá, já que o plot é bem abrangente:

Fringe começa com um episódio-piloto de duas horas e, de certa forma, homenageia Lost logo no comecinho. O início – a cena pré-créditos – se parece muito com os primeiros minutos da série dos ilhados. Temos um avião com sérios problemas, voando numa tempestade – e somos apresentados a alguns personagens dentro dele. Mas o problema aqui, acredite, é muito pior (e bem mais grotesco) que o dos sobreviventes do Oceanic 815.

O vôo 627 de Hamburgo a Boston será o estopim da primeira investigação que veremos dos agentes do FBI Olivia Warren e John Scott. Mas não pense que teremos a velha dinâmica Mulder & Scully aqui. A cena que apresenta os dois se passa num motel – e eles não estão ali para investigar um crime…

Não demora, porém, para que Olivia desponte como a verdadeira personagem principal do programa. Nas costas dela, pessoal e profissionalmente, estará a responsabilidade de desvendar o mistério do vôo. Essa obsessão a levará até o Iraque e de volta aos Estados Unidos, onde ela terá a ajuda de um cientista louco (literalmente) e se envolverá na chamada Fringe Science (ciência alternativa), que estuda, na descrição do próprio roteiro, “as fronteiras da possibilidade e além”. Isso significa que palavras como controle da mente, teletransporte, projeção astral, invisibilidade, mutações genéticas e reanimações estarão na pauta do seriado. Prato cheio para os fãs de Lost

De fato, só o piloto, que alterna ação, tensão e bom-humor, já tem uma alta dose desses assuntos. Temos um personagem misterioso, armas químicas inusitadas, uma empresa secreta – a Corporação Prometeu (uma nova Dharma?) -, uma possível conspiração, um laboratório excêntrico, telepatia induzida por LSD, uma vaca puro-sangue chamada “Gene”, robótica avançada e até um biquini de florzinhas. E isso é apenas a ponta do iceberg. Nem pretendo começar a enumerar os eventos mais estranhos – esses certamente veremos em detalhes quando o piloto transformar-se em série regular. E, pode apostar, ele vai. Simplesmente não consegui desgrudar os olhos das 113 páginas do roteiro, que foram devoradas. Se Fringe será o novo Lost eu não sei… mas sem dúvida o roteiro tem potencial pra isso.

A australiana Anna Torv viverá Olivia. John Noble será o cientista doido Dr. Walter Bishop e Joshua Jackson o filho dele, Peter. Mark Valley interpretará John Oscott, Blair Brown será a executiva da Prometeus Nina Cord e Jasika Nicole viverá a assistente federal Astrid. A direção do piloto é de Alex Graves, que serve também de produtor-executivo.

Fonte: Omelete

O episódio começa num motel(todo episódio irá começar num motel ou num avião?) e uma cena bizarra no melhor estilo Alien. A mulher acaba morrendo pela gravidez rapida e o bebê dela cresce tao rapido que morre em menos de algumas horas de velhice.

Há uma coinscidência mto forçada entre o caso que eles pegam, que era um caso da agente do FBI arquivado a algum tempo já, e é justamente um antigo experimento do Dr. Bishop.

E que teorias o Dr. Bishop tem hein? Tirando da literatura fantastica de Júlio Verne, uma maquina para ver a ultima imagem antes da morte que segundo o livro(Os Irmãos Kip), e o pior é que até é interessante.

Os personagens são bem legais, a atriz que faz a agente tem potencial(é bonita e atua bem, ou não), e o Pacey de Dawson´s continua sendo ele mesmo, brincadeiras a parte, ele é um dos melhores, junto com o seu pai, Dr. Bishop que é super engraçado com sua loucura aparente(ensinando como fazer uma ressuscitação e comendo pipoca ao telefone).

No final, os roteiristas jogam mais um gancho que poderá ser usado no futuro, se a série continuar, que espero que continue. Já que é do JJ Abrams, criador de Lost, bem que poderia ter algumas citações a série deste qeu fará o próximo Star Trek.